Uma breve explicação das dimensões humanas e a ascensão
- Alexandre Nabor França
- 9 de nov. de 2024
- 3 min de leitura

Canalização por Alecht
Mensageiro Rhamizonn de Sírius.
As dimensões geralmente são interpretadas pelos humanos no sentido linear de tempo e espaço percebido por eles. Nós, porém, percebemos e vivemos as dimensões de forma diferente, pois na Era de Aurora, quando estávamos aqui, os seres estelares primordiais colaboraram com materiais genéticos para a construção do Planeta Terra. Antes do planeta físico existir, já havia o plano sutil chamado Gaya. Portanto, a construção do planeta físico também contou com a colaboração de seres extrafísicos sutis, conhecidos como espectros (espirituais).
As dimensões começaram a ser percebidas linearmente pelos humanos há milhares de anos, quando o primeiro protótipo de humano foi criado geneticamente para habitar a Terra. Era necessário criar um ser que pudesse viver na superfície da Terra e que tivesse autoconsciência e consciência do outro. Assim, os seres de Antares utilizaram a essência já criada dos seres sutis para a formação da consciência espiritual, que seria uma potência a ser inserida no corpo humano nascente, estimulando uma cognição superior por meio da glândula pituitária, além da já existente cognição inferior instintiva.
A cognição superior inclui processos mentais como emoções, inteligência, volição, criatividade, memória e sentimentos e etc., enquanto a cognição inferior abrange instintos básicos humanos como comer, beber e dormir e etc.
Os primeiros seres a serem criados foram os que vocês chamam de homem primitivo. Eles viviam em comunidades e tinham uma percepção unidimensional da realidade ao seu redor, resultando em processos mentais muito rudimentares.
Estes homens primitivos viveram por milhares de anos, aprendendo e sendo observados em seu desenvolvimento. Eles ainda não tínhamos interação física com outros, pois eles ainda estavam muito aquém do entendimento de sua própria existência.
Após muitos anos, este ser humanos começou a desenvolver a percepção de sua própria existência e do outro. Nesse período, podemos dizer que ele estava entrando na bidimensionalidade, e nós começamos a interagir e viver entre eles. Sua percepção começava a se afinar, criando instrumentos mais sofisticados para sua subsistência e percebendo fenômenos crísticos, o que os levou a criar mitos e lendas, nos percebendo como seres divinos. Durante esse período, vivemos entre eles, contribuindo para a continuidade da vida material e genética na Terra. Também criamos laços afetivos que possibilitaram o surgimento de astrodescendentes híbridos, conhecidos mais adiante como semideuses.
Contudo, a cognição superior ainda era insuficiente. As primeiras dinastias de impérios retratam, na expressão artística, a forma como nos percebiam e percebiam a realidade, como nos afrescos dos templos egípcios, incas, fenícios, etc., com suas artes laterais bidimensionais antropomorfizadas. Milhares de anos se passaram até que o ser humano começasse a perceber cognitivamente a tridimensionalidade, o que também se refletiu nas artes, através das estátuas tridimensionais fora das paredes.
Neste período, a percepção e a cognição superior estavam mais desenvolvidas, e os sistemas religiosos foram criados, trazendo o domínio de uns sobre outros e elegendo hierarquias de privilégio através do poder econômico. Esse período marcou o ápice da humanidade, quando começou a divisão entre "corpo e alma" e as emoções da racionalidade, conhecido como Iluminismo no Ocidente, ou Era da Destruição pelas grandes guerras.
Muitos anos depois, os seres humanos se perceberam mais aprimorados, e a cognição superior, desenvolvida pela potência da consciência espiritual, começou a compreender que o corpo humano era constituído por algo mais. Começaram, então, a perceber os fenômenos espectrais (espirituais) e a se comunicar com eles, vivenciando o mundo de uma forma mais anímica, com uma referência divina espiritualizada.
Neste momento, os seres humanos começaram a sentir Gaya neles, marcando o início do período da Era Remanescente, onde podemos dizer que os humanos estavam entrando na quadridimensionalidade, vivenciando experimentos espectrais anímicos por meio da arte e literatura (Livro dos Espíritos e espiritualistas). Essa Era trouxe a percepção dos valores humanitários, através dos direitos e valores humanos.
É importante ressaltar que estamos descrevendo a maioria dos humanos, pois haverá aqueles que se anteciparão nas dimensões e farão disso um privilégio. Além disso, alguns contribuíram para o desenvolvimento humanitário, tendo em seus corpos a emersão de entrantes.
Muitos anos se passaram até perceberem que, além das vivências espectrais (espirituais), existiam também as estelares. Iniciou-se assim a quintadimensionalidade, com a percepção e ascensão à existência cósmica. Estudos perceptíveis indicavam que os seres estelares existiam e poderiam estar entre vocês (ufologia).
Durante esse período, nós, estelares, estávamos realizando pesquisas com os seres humanos para a inserção de tecnologia por meio de emersão de consciência estelar, possibilitando que eles se tornassem seres estelares além da vertente espectral (espiritual), conhecidos como sementes estelares. Estas sementes seriam os remanescentes dos híbridos estelares, nossos astrodescendentes (para melhor entendimento, leia a canalização "No início das Eras").
As ascensões são momentos em que os humanos conseguem desenvolver sua cognição superior e percepção para alcançar uma nova realidade dimensional.

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